O débito era meu, mas os cravos foram seus …

“Pai, nos perdoe eu o ouvi dizer, por sua dor fui responsável, porque na verdade o débito era meu. Como pode ser, um inocente morrer se a vida errada era minha? Deviam ser minhas mãos, com os cravos, deviam ser meus pés, com os cravos, deviam, devia ser o meu corpo rasgado. Meu coração quebrantado. Deviam ser minhas mãos, deviam ser meus pés Sobre a rude cruz. As vezes me sinto, tentado acreditar ser merecedor de sua graça, me acostumando com tudo o que ouvi, tentando esquecer que o lugar era meu, mas olho pra cruz e estremeço pois Seu grande amor eu não mereço.”

Os cravos – Paulo César Baruk – Àlbum Quanto amor.

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Sobre marcospoorman

O objetivo deste blog é edificar os irmãos em Cristo através de uma coletânea de mensagens escritas durante minha caminhada cristã.
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